OS ORIXÁS



Orixá é a essência vibratória, que atua e se manifesta sob a forma de energia e força, manifestada pela natureza, segundo seu habitat. Ex: Iemanjá, o mar; Oxossi, as matas; Xangô, as pedras e os trovões; Ogum, o ferro, as estradas; Omulu, a terra; Iansã, os ventos e as tempestades; Nana, as águas das chuvas, a lama primitiva, a mais velha divindade das águas; Oxum, as águas doces, os rios e lagos; Ossãe, as ervas litúrgicas e medicinais; Oxumaré, o Arco-Íris; Ibeji, os jardins floridos, a nascente de um rio, o germinar de uma semente, o que brota; e Oxalá, o Universo.


Orixá nunca teve vida humana. As formas humanas que se vê em quadros e imagens foi a maneira que os homens, através de inspiração, encontraram para representar em nosso mundo, o axé e a essência do Orixá.

A “incorporação” de um Orixá na Umbanda, se dá através de um Espírito puro, chamado “Falangeiro de Orixá”, aquele que trabalha e representa em nosso mundo o axé da vibração que está subordinado. Graças a purificação desse Espírito, fornece a nosso mundo, os ensinamentos superiores da essência da Luz e da sabedoria.

As cores são de grande importância e fundamentos no culto aos Orixás, cada Orixá tem sua cor: Oxalá, branco leitoso; Iemanjá, branco transparente; Ogum, vermelho e branco; Xangô, marrom; Omulu, preto/branco e amarelo/preto; Oxóssi verde; Iansã, coral; Nana, lilás; Oxum, azul claro ou amarelo; Ibeji, azul e rosa.

Como essência vibratória e força da natureza, o Orixá influi no arquétipo dos seres humanos. Ex.: Oxalá, o homem calmo, ponderado; Iemanjá, a mulher dedicada, mãe super-protetora; Ogum, o homem temperamental, impulsivo; Xangô, o homem justo, vaidoso, autoritário; Omulu, o homem calmo, silencioso, austero; Oxossi, o homem sonhador, inquieto, astucioso; Iansã, a mulher determinada e inabalável, alegre; Nana a mulher imponente e conservadora, austera; Oxum, a mulher dócil, ponderada, vaidosa, perspicaz.

Todo Umbandista de ter por principio, o respeito e a conservação da natureza em toda sua extensão.

É importante lembrar que, quando agredimos a natureza, quer no desmatamento, na poluição das águas e do ar, na caça predatória, etc., expulsamos desses locais os espíritos responsáveis pelo devido equilíbrio e renovação dessas forças, o que acarreta, como já se nota, as grandes catástrofes.

Todo que possuam o mínimo de sensibilidade e que tem a devida consciência da importância de se conservar a natureza em todos os seus aspectos, devem, sem medir esforços, lutarem para que essa conscientização se faça universal.

Um comentário:

Afrodite "Deusa do Amor" disse...

Puxa adorei..e é realmente assim...

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